Reblog e descubra como foi feito o leite condensado.<O Leite Condensado surgiu da necessidade de facilitar o transporte e o armazenamento do leite. Foi o norte-americano Gail Borden que, tentando desidratá-lo, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto se transformava em leite condensado. A invenção de Bfaorden, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas. Depois colocando esses produtos no mercado, Gail Borden ficou rico.>

22ofapril:

via  psi-c0se  (originally  garotodaterradonunca)
8 months ago on 17 September 2011 @ 2:13pm 5,750 notes
8 months ago on 14 September 2011 @ 7:59pm 2 notes
8 months ago on 14 September 2011 @ 7:31pm 1 note
via  tedio-fome-e-preguica  (originally  tumblrhtml-extras)
8 months ago on 14 September 2011 @ 5:54pm 5,571 notes
via  emotivamonica  (originally  mygodmylove)
8 months ago on 14 September 2011 @ 5:51pm 4,363 notes
  • — Me disseram...
  • — Disseram-me.
  • — Hein?
  • — O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
  • — Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
  • — O quê?
  • — Digo-te que você...
  • — O "te" e o "você" não combinam.
  • — Lhe digo?
  • — Também não. O que você ia me dizer?
  • — Que você está sendo grosseiro, pedante e chato. E que eu vou te partir a cara. Lhe partir a cara. Partir a sua cara. Como é que se diz?
  • — Partir-te a cara.
  • — Pois é. Parti-la hei de, se você não parar de me corrigir. Ou corrigir-me.
  • — É para o seu bem.
  • — Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender. Mais uma correção e eu...
  • — O quê?
  • — O mato.
  • — Que mato?
  • — Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
  • — Eu só estava querendo...
  • — Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é elitismo!
  • — Se você prefere falar errado...
  • — Falo como todo mundo fala. O importante é me entenderem. Ou entenderem-me?
  • — No caso... Não sei.
  • — Ah, não sabe?
  • — Não o sabes? Sabes-lo não?
  • — Esquece.
  • — Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Me diga. Ensines-lo-me, vamos.
  • — Depende.
  • — Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
  • — Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
  • — Agradeço-lhe a permissão para falar errado que me dás. Mas não posso mais dizer-lote o que dizer-te-ia.
  • — Por quê?
  • — Porque, com todo este papo, esqueci-lo.
  • Luis Fernando Veríssimo
via  sussurrosegritos  (originally  poetizei)
8 months ago on 13 September 2011 @ 12:52pm 426 notes
8 months ago on 13 September 2011 @ 12:28pm